Home Atualidades Trabalhadores de hotéis e similares dizem “não” ao fracionamento da luta

Trabalhadores de hotéis e similares dizem “não” ao fracionamento da luta

Financiada pelos patrões, a oposição ao Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis e Similares (Sechosc/DF) tentou de forma frustrada fracionar a base e enfraquecer a luta da categoria. Nesta segunda-feira (2), o grupo convocou assembleia para propor a criação de um novo sindicato representante do setor. Mas, por unanimidade, centenas de trabalhadores reconheceram a inviabilidade da proposta e reafirmaram que a única entidade sindical com legitimidade para representar a categoria é o Sechosc.

De acordo com o dirigente estadual da CUT Brasília e diretor do sindicato, Leonardo Bezerra Pereira, a situação é recorrente. “Já é a oitava vez que eles (a oposição) tentam fracionar o sindicato. Mas, nem sequer têm respaldo para isso, uma vez que muitos nem atuam no setor de hotéis e similares.”

Segundo ele, a direção do Sindicato, em parceria com a CUT Brasília, fará denúncia ao Ministério Público do Trabalho (MPT) para que a situação não se repita. “Continuaremos na luta para combater os ataques e para que os envolvidos sejam responsabilizados. Somos um sindicato que há 44 anos luta para unir nossa base e jamais fracionar”, concluiu.

Representando a CUT Brasília, o secretário de Comunicação da Central e dirigente do Sindicato dos Rodoviários, Marco junio, acompanhou a realização da assembleia. “Os trabalhadores e trabalhadoras foram firmes e unânimes em defender a unidade da categoria nesse momento de retirada de direitos. Não podemos dividir para não enfraquecer. Nossa força está na união”, garantiu.

“O ‘não’ à criação de um novo sindicato comprova a responsabilidade e o compromisso de uma entidade que, desde 1973, está do lado certo da luta”, avaliou Leonardo Bezerra, do Sechosch.

Atualmente, o Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis e Similares representa cerca de 60 mil trabalhadores no comércio hoteleiro, de restaurantes, bares, lanchonetes e similares no Distrito Federal.

Fonte: CUT Brasília