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Coletivo de Saúde do Trabalhador intensifica luta em Fórum Intersindical

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Em reunião organizativa da Secretaria de Saúde do Trabalhador, realizada nesta segunda-feira (9), o coletivo traçou metas para o próximo período. Na próxima terça, acontece uma reunião do Fórum Intersindical de Saúde, Trabalho e Direito. Trata-se de um espaço de formação e discussão das relações saúde-trabalho, articulando o saber dos trabalhadores e seu conhecimento sobre problemas de saúde e direitos. Atualmente, o Fórum é formado por diversas entidades e o objetivo é fazer com que os sindicatos filiados à CUT participem das discussões e ajudem na construção de um debate aprofundado.

“O Fórum é de extrema importância para toda a classe trabalhadora, pois através dele é possível organizar a luta em defesa dos direitos de todos e estreitar os laços entre as entidades sindicais e demais entidades públicas. Todo espaço aberto à discussão é, sem dúvida nenhuma, um incentivo à participação dos trabalhadores e trabalhadoras na construção e manutenção dos direitos”, explica a secretária de Saúde do Trabalhador da CUT Brasília, Selene Siman.

A reunião do Fórum Intersindical de Saúde, Trabalho e Direito será realizada às 14h, no dia 17 de outubro, no Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest). “Estão todos convidados para este importante debate. Contamos com a presença dos companheiros e companheiras”, concluiu.

Combate à Aids

Para intensificar a luta pelos 21 dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher, a CUT Brasília incluiu diversas ações em sua agenda. No dia 1° de dezembro é celebrado o Dia Mundial de Combate ao HIV/Aids. Pensando nisso, as Secretarias de Saúde do Trabalhador, Mulheres Trabalhadoras e Políticas Sociais, estarão organizando diversas atividades de conscientização, prevenção e tratamento a essa doença que mata milhões de pessoas todos os anos. “Precisamos intensificar essa luta com unidade e força de vontade. Iremos alertar a comunidade sobre a importância da prevenção e os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras soropositivos. O diálogo e a informação são sempre a melhor saída”, afirmou Selene Siman.

Fonte: CUT Brasília