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Paula Morena

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No último domingo (13), dirigentes CUTistas e de diversos movimentos sociais ligados à luta por terra, teto e trabalho, participaram do Encontro de Diálogo promovido pela arquidiocese de Brasília e a Comissão de Justiça e Paz do Distrito Federal. O evento aconteceu na Cúria Metropolitana e foi presidido pelo arcebispo Dom Sérgio da Rocha.

Na atividade, trabalhadoras e trabalhadores expuseram os desafios e debateram sobre os problemas de cada segmento, com o intuito de construir uma pauta conjunta que fortaleça a luta por direitos e conte com o apoio efetivo da igreja.

“Nós precisamos, juntos, refletir e assumir a defesa de valores e as bandeiras que estão no coração do próprio Evangelho, como a defesa dos mais pobres, dos excluídos, dos direitos sociais, da justiça e da paz”, garantiu Dom Sérgio.

Para ampliar esse diálogo e garantir sua continuidade, os participantes lançaram uma nota conjunta que, entre outras coisas, apresenta sugestões para o enfrentamento das graves questões vividas pela classe trabalhadora do Distrito Federal.

Veja nota na íntegra:

Nota dos Movimentos Populares do Distrito Federal por Ocasião da Audiência com o Sr. Cardeal-Arcebispo de Brasília – D. Sérgio da Rocha em Encontro de Diálogos sobre os temas Terra, Teto e Trabalho

As Entidade Populares aqui presentes, representativas de vários grupos sociais de defesa de direitos da Terra, do Teto e do Trabalho, vêm por meio desta Nota expressar anseios e esperanças ao Exmo. Sr. Cardeal, ao mesmo tempo em que sugere pistas e apoios para o enfrentamento de graves questões vividas pelas classes trabalhadoras do Distrito Federal.

Vemos com grande expectativa essa atitude, adotada em conformidade com a iniciativa do Papa Francisco que vêm seguidamente se reunindo com os Movimentos Sociais e Populares.

Os Movimentos Populares têm consciência que grande parte dos problemas aqui discutidos e analisados tem notoriamente uma raiz política, fincada na matriz de exclusão social que nos afeta como setores empobrecidos pela desigualdade social. Mas, não obstante tanta violência e aflição que vivemos no dia-a-dia, anima-nos a esperança de justiça, tão bem expressa pelo Papa Francisco em final de 2014.

Anima-nos igualmente que a Igreja de Brasília, sintonizada com o Papa Francisco, repita o gesto de diálogo com os Movimentos Populares da Terra, do Trabalho e da Moradia e se abra ao chamamento que os movimentos fazem para que pastoralmente se solidarize ativamente em suas causas e suas lutas.

Assim, queremos manifestar a V. Eminência os nossos sinceros e ecumênicos votos de esperança e solidariedade ao diálogo que ora se inicia. Que esta Nota seja apenas um preâmbulo de uma longa jornada de comunicações e tratativas.

Nossa sincera gratidão ao promotor original desse diálogo – o Papa Francisco, com quem muito sabiamente V. Emª. se solidariza no gesto desta Audiência.

 

Fonte: CUT Brasília

 

No dia anterior ao que a reforma trabalhista começa a vigorar – 10 de novembro –, a Central Única dos Trabalhadores promoverá, em todo país, o Dia Nacional de Mobilização em Defesa dos Direitos, contra o desmonte da Previdência e pelo fim do trabalho escravo.

Na data, várias atividades serão realizadas nos diversos estados e no Distrito Federal, chamando a população a “acordar” e, finalmente, compreender que todos – homens, mulheres, jovens, idosos e crianças – foram as reais vítimas do golpe parlamentar instaurado no Brasil.

Em Brasília, a concentração está marcada para o Espaço do Servidor, na Esplanada dos Ministérios, às 9h.

Vamos às ruas em defesa dos empregos

A reforma trabalhista, que entra em vigor no próximo dia 11, precariza as relações de trabalho e dá poderes aos patrões para negociarem o que quiserem com seus empregados. O que vem por aí é o aumento da jornada de trabalho, a redução dos salários, o encolhimento do horário de almoço e o fim do 13º e das férias.

Esta lei legaliza o “bico”, permite que o trabalhador receba menos que um salário mínimo ao final do mês e ainda lhe tira a proteção da Justiça do Trabalho. Enquanto que, para os patrões, propicia o aumento da lucratividade e lhes concede autorização para explorarem indiscriminadamente seus funcionários.

Vamos às ruas em defesa da aposentadoria

O governo golpista de Michel Temer já anuncia a retomada do debate sobre a reforma da Previdência no Congresso Nacional. Trata-se de mais um duro golpe para a classe trabalhadora e um verdadeiro crime contra toda a sociedade brasileira.

A medida acaba com o acesso à aposentadoria, resultando em um grave retrocesso aos direitos sociais dos trabalhadores brasileiros, frutos de lutas históricas, já que com as mudanças propostas será sucateado todo o sistema público de Seguridade.

Vamos às ruas contra a volta do trabalho escravo

Mais um grave retrocesso na legislação que legitima as relações trabalhistas é a Portaria n.º 1.129 de 2017, que encobre e dificulta o combate ao trabalho escravo no Brasil.

Suspensa temporariamente pela ministra Rosa Weber, do Supremo, a matéria golpista é inconstitucional e desumana, além de suspender 90% dos processos que tramitam atualmente no Ministério Público do Trabalho.

Segundo o MPT, dos 709 processos, 637 são ocorrências ligadas a condições degradantes, jornada exaustiva e trabalho forçado, que saíram da definição de trabalho análogo à escravidão com a publicação da portaria.

Vamos às ruas em defesa dos direitos

Para barrar essas medidas golpistas, a CUT Brasília convoca os trabalhadores e trabalhadoras, entidades sindicais, movimentos sociais, estudantes e todo conjunto da sociedade para esse importante ato.

Não fique de fora. Participe e traga mais uma pessoa para a luta!

 

Desde o Congresso Extraordinário e Exclusivo da CUT, realizado em agosto, trabalhadores de todo país, instituições sindicais, movimentos sociais e todo o conjunto da sociedade arregaçaram as mangas e saíram a campo para coletar assinaturas em apoio ao Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip) que revoga a reforma trabalhista. Para engrossar a campanha, a CUT realizará no dia 27 de outubro o Dia Nacional de Coleta de Assinaturas a Favor do Plip.

“Na data, multiplicaremos nossos esforços intensificando o trabalho com a base, pois, tão importante quanto colher o máximo de assinaturas a favor do projeto, é fazer o diálogo com os trabalhadores e trabalhadoras sobre o significado nefasto da antireforma trabalhista”, diz comunicado da CUT. Para que o Plip seja apresentado ao Congresso Nacional, são necessárias, no mínimo, 1,3 milhões de assinaturas.

Reta final

No dia 8 de novembro, a CUT fará uma apuração nacional das assinaturas para decidir os próximos passos da campanha. A finalidade é demonstrar ao governo golpista e aos patrões que o povo brasileiro não aceitará a retirada de direitos e a precarização das relações de trabalho.

Portanto, a CUT Brasília solicita aos seus sindicatos filiados e todos que estão empenhados na coleta de assinaturas, que entreguem as Listas de Apoiamento até o dia 1º de novembro. Assim, haverá tempo hábil para a organização de todo material e envio para a Central.

Acesse no www.anulareforma.cut.org.br todos os materiais necessários para colaborar com a campanha pela revogação da reforma trabalhista

Vamos juntos, barrar essa nefasta medida!

Fonte: CUT Brasília

Na tarde desta segunda-feira (23), a CUT Brasília, em conjunto com representantes da Associação de Moradores de Ponte Alta e de Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), participaram de uma reunião com o Secretário de mobilidade urbana do DF, Fábio Damasceno.

Seu Francisco, presidente da Associação de Moradores, fala da calamidade que é a falta de um transporte regular

No encontro, os trabalhadores exigiram a fiscalização e manutenção da frota responsável pelo transporte na localidade. De acordo com o presidente da Associação, Antônio Francisco, esse problema é antigo. “Esta não é primeira vez que cobramos uma solução do GDF. Não existe mais a possibilidade de vivermos da forma como estamos, isto é inadmissível”, explica.

Francisco afirma que uma das maiores queixas da população é em relação aos constantes atrasos e a infraestrutura.  “O cenário é de calamidade. Teve ocasião em que as crianças ficaram quase 12 dias sem aula. Além disso, tem trabalhador perdendo o emprego porque não consegue chegar ao local de trabalho. Nós vamos para a parada esperar um ônibus que nunca passa no horário ou sequer passa”, alerta.

Entre os principais problemas apontados pela população está a falta de cumprimento de horários e itinerários, além das péssimas condições do transporte.

Para o assessor da CNTTL, Lúcio Lima, a opção para solucionar o problema é trocar o operador da linha. “Atualmente, a comunidade da Ponte Alta é carente de um transporte de qualidade. É de extrema importância que esse problema seja solucionado, pois grande parte da população estuda e trabalha no Gama e em Samambaia”, afirma.

“Aguardamos um retorno positivo do GDF e esperamos que as reivindicações dos trabalhadores sejam atendidas o quanto antes. Se o Governo não der uma resposta, não hesitaremos em intensificar as mobilizações”, ressaltou o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto.

Após a reunião, o secretário afirmou que será feita uma análise dos problemas apontados pela população e uma resposta aos moradores será dada em breve.

 

Fonte: CUT Brasília

Em mais uma ataque proposital aos diretos e, principalmente, à cidadania do povo brasileiro, o governo ilegítimo de Michel Temer dá uma nova amostra de seu desgoverno. Nesta segunda-feira (16), Temer publicou uma portaria determinando que a divulgação da chamada “lista suja” – lista com nome de empresas que utilizam trabalho escravo – só será permitida mediante “determinação expressa do ministro do Trabalho”.

Anteriormente, não era necessária autorização para divulgar tais informações. Uma portaria de maio de 2016 estipulava que a organização e divulgação da lista ficariam a cargo da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae). Entretanto, a nova determinação foi assinada pelo ministro Ronaldo Nogueira sob a falácia de que a mudança “aprimora e dá segurança jurídica à atuação do Estado Brasileiro”.

Além de mudar as regras para incluir nomes de pessoas e empresas na lista, a medida ainda altera a definição acerca do que é considerado trabalho forçado, degradante e/ou em condição análoga à escravidão.

Antes de publicada a nova portaria, a fiscalização utilizava conceitos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do código penal. Com a mudança, somente será considerado trabalho análogo à escravidão quando houver submissão do trabalhador, ameaça de punição com uso de força, retenção no local de trabalho, e posse de sua documentação por parte do empregador.

Para o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto, a medida é mais um afronte aos direitos dos trabalhadores. “Quem anda em conluio com a corrupção também é o mesmo que pretende esconder a sujeira dos olhos da população. Esta medida, sem dúvida, é mais um reflexo do golpe instaurado no país. Com isso, retrocederemos em anos na luta contra o trabalho escravo”, explica.

Fonte: CUT Brasília

*Por Rodrigo Britto

Neste dia 9 de outubro de 2017, segunda-feira, completa 50 anos que foi assassinado pelo imperialismo norte-americano, na cidade de La Higuera, Bolívia, Ernesto Guevara de la Serna, nosso querido Che Guevara.

Che, como era chamado pelos amigos, nasceu na cidade de Rosário, Argentina, em 14 de junho de 1928. Em 1951, se aventurou com seu amigo Alberto Granado e sua companheira de duas rodas, a motocicleta La Poderosa II, pelas estradas da América do Sul.

Em sua primeira jornada continental, conheceu as belezas e as amarguras de países ricos por natureza, mas pobres pela exploração do capitalismo e sua desigualdade social. Encantou-se com homens e mulheres que sonhavam e lutavam juntos por um mundo melhor e indignou-se com a força opressora e desumana dos senhores do capital.

Esta indignação gerou reflexões que se transformaram em atitudes e ações. Médico por formação, ao se juntar com os jovens cubanos Camilo, Raul e Fidel, – com um fuzil na mão e, posteriormente, através da educação – salvou corações e mentes cubanas da colonização moderna norte-americana.

Cuba ficou pequena para Che. Nosso Comandante andou pelo mundo levando o sonho de uma sociedade com igualdade de direitos e oportunidades. Desta forma, o cidadão é respeitado enquanto ser humano e tem a liberdade de escolher seus próprios caminhos.

Após desafios e compromissos em vários continentes, o destino retornou nosso querido revolucionário para terras latino-americanas. E foi na Bolívia que Che Guevara, ao lutar pela defesa e autonomia do povo boliviano, foi assassinado de forma sumária pelo exército do país junto com a Agência Central de Inteligência do governo dos Estados Unidos – CIA.

O que os Estados Unidos não sabiam era que não tinham conseguido assassinar Che, mas sim, o tornaram imortal. Hoje, ele inspira jovens e adultos, em toda América Latina e no mundo, a lutarem por uma sociedade melhor. Uma sociedade onde sejamos irmãos e irmãs, embora diferentes mas com direitos iguais, onde tenhamos liberdade e coragem para construir um mundo sem fome, pobreza e miséria. Nosso Comandante Che inspira milhares de “Ernestos” pelo mundo a lutarem e dedicarem suas vidas ao sonho de uma sociedade socialista.

 

*Rodrigo Britto é presidente da Central Única dos Trabalhadores de Brasília

Na próxima terça (10), o Coletivo de Mulheres da CUT Brasília realizará ato alusivo ao Dia Nacional de Lutas por Creches, celebrado em 12 de outubro. A atividade acontecerá no Areal, Região Administrativa com maior deficiência de vagas em creches no DF, a partir das 10h.

Para a secretária de Mulheres Trabalhadoras da Central, Sônia Correia, esse importante ato não deve ser abraçado apenas pelas mães, tias e avós, mas por todo o conjunto da sociedade. “A falta de vagas em creches públicas dificulta a inserção da mulher no mercado de trabalho, o que, por muitas vezes, prejudica a economia das famílias. Por isso, precisamos nos preocupar com o tema e exigir que o governador cumpra as metas estabelecidas pelo Plano Distrital de Educação para o segmento”, explica a dirigente.

Durante a ação do Coletivo, serão distribuídas cartilhas para as crianças e folders informativos para os adultos, com o intuito de sensibilizar quanto ao problema.

Outra atividade importante para intensificar a luta por creches acontecerá uma semana depois, na terça, 17 de outubro. Nesse dia, às 10h, será entregue na Câmara Legislativa um documento de repúdio à negligência do Governo do Distrito Federal, exigindo o cumprimento das metas do PDE. “Esperamos que todos e todas participem da entrega dessa nota, de forma a agregarmos peso à nossa revindicação. O direito à creche é da criança, mas, a luta, deve ser de todo mundo”, garante.

Aos interessados em participar da atividade do Areal no dia 10, a concentração será na CUT Brasília, com saída prevista às 9h.

Fonte: CUT Brasília

Por Tamires Santos

Por ampla maioria, os trabalhadores terceirizados aprovaram a pauta de reivindicações da campanha salarial de 2018, na tarde desta quarta (20). Agora, cabe ao Sindiserviços a tarefa de negociar com os patrões.

A proposta votada, que será apresentada ao setor patronal, traz a reivindicação de um reajuste de 6%, R$ 35 no tíquete alimentação e a manutenção de todas as cláusulas já existentes na atual Convenção Coletiva de Trabalho.

Para a presidenta do sindicato, Isabel Caetano dos Reis, se não houver união dos trabalhadores nesse início de campanha, o rolo compressor dos golpistas vai passar por cima de cada um e cada uma. “Esse ano vamos ter que brigar muito pra manter as cláusulas que já temos e, mais ainda, para alcançarmos novas conquistas. Mas, não esmoreceremos. Vamos continuar firme na luta”, garantiu.

O presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto, participou da assembleia e reforçou a importância de manter a unidade. “O sindicato é o nosso instrumento de luta. Se sozinhos somos frágeis, unidos em categorias temos condições reais de reivindicar direitos e negociar melhorias”, afirmou.

#AnulaReforma

Na oportunidade, Britto apresentou aos trabalhadores terceirizados a campanha pela anulação da reforma trabalhista promovida pela CUT, explicando a necessidade de barrar a medida e apresentar um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que atenda as reais necessidades dos trabalhadores.

Ele alertou que caso ela entre em vigor, os trabalhadores perderão direitos duramente conquistados através de muita luta. “Com a reforma, os trabalhadores e trabalhadoras perdem todas as garantias, inclusive de pagamento. Por isso, precisamos de muito empenho para angariarmos o máximo possível de assinaturas e anularmos esse grave ataque . Essa luta é de todo o conjunto da sociedade, pois atinge a todos, nesta e nas futuras gerações”, declarou.

Fonte: CUT Brasília

Na segunda rodada de negociação com o Sindicato, nesta terça-feira 19, a Cooperforte apresentou uma proposta de acordo coletivo de trabalho (ACT) que, além de não atender a nenhuma reivindicação dos funcionários, ainda retira direitos clausulados.

Pela proposta da cooperativa, diversas cláusulas serão alteradas ou excluídas, como, por exemplo, a 3ª, que trata do salário para os casos de substituição de cargos de nível gerencial, e a 21ª, que versa sobre o pagamento de adicional noturno.

A Cooperforte justificou o retrocesso afirmando que o documento está em consonância com a atual CLT e com o que estabelece a legislação trabalhista aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada por Temer, e que entrará em vigor em 11 de novembro.

O Sindicato reforçou que rechaça qualquer retirada de conquistas dos trabalhadores e que luta em várias frentes para anular a reforma trabalhista e seus reflexos. Como exemplo, citou a campanha em curso pela Anulação da Reforma Trabalhista, de iniciativa da CUT, que visa coletar 1,3 milhão de assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular cujo objetivo é revogar a nova lei.

O presidente do Sindicato, Eduardo Araújo, que participou da negociação, informou que na próxima reunião com a cooperativa apresentará o Termo de Compromisso definido na 19ª Conferência Nacional dos Bancários, realizada em julho, e que busca proteger os trabalhadores dos impactos da reforma trabalhista.

Próximos passos

A diretora da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte (Fetec-CUT/CN), Talita Régia, presente à negociação, adiantou que o Sindicato organizará uma plenária com os funcionários para apresentar detalhes da contraproposta. “O objetivo, além de debater com os trabalhadores todo o conjunto do que foi apresentado, é definir os encaminhamentos da Campanha 2017 daqui para a frente”, acrescentou a dirigente sindical.

No lugar de retrocesso exigimos valorização

Dentro do espírito cooperativista e de responsabilidade social que sempre norteou a gestão da Cooperforte, era esperado que nesta negociação coletiva, no lugar de apresentar retrocessos no acordo, fossem encaminhados itens de valorização dos funcionários da cooperativa, como, por exemplo, a implementação da licença paternidade.

Em momentos de dificuldades, valorizar o trabalho em vez do capital sempre mostrou ser a melhor saída para empresas e governos.

Uma nova rodada de negociação deve ocorrer logo após a plenária.

Fonte: Sindicato dos Bancários