O ato, organizado por diversas entidades, acontece na véspera do julgamento no Tribunal de Contas do DF (TCDF), que vai decidir se o debate da privatização da empresa deve passar pela Câmara Legislativa do DF, conforme determina a Lei Orgânica da cidade.

Entidades promovem ato virtual em defesa da CEB pública, nesta terça-feira (20)

Na terça-feira, 20, será realizado um ato político e cultural em defesa da CEB pública. A atividade, que acontecerá nas redes sociais, tem como objetivo promover o debate com a população sobre os riscos da privatização da distribuidora de energia do Distrito Federal. Além de denunciar os desmandos do Governo do DF para facilitar a entrega da melhor empresa de distribuição do Centro-Oeste.

O ato, organizado por diversas entidades, acontece na véspera do julgamento no Tribunal de Contas do DF (TCDF), que vai decidir se o debate da privatização da empresa deve passar pela Câmara Legislativa do DF, conforme determina a Lei Orgânica da cidade.

Para o diretor do Sindicato dos Urbanitários no DF, João Carlos Dias, o ato virtual serve como um instrumento de alerta e denuncia, já que a privatização da CEB, defendida pelo governador do DF, Ibaneis Rocha, e pela direção da CEB vai causar um efeito devastador no sistema elétrico da Capital, com aumentos abusivos na conta de energia dos brasilienses.

A privatização da CEB foi anunciada pelo GDF em maio de 2019, e recentemente, em assembleia dos acionistas foi aprovado o desmonte da empresa pelo preço de R$ 1,4 bilhão. Precificação considerada absurda, já que é equivalente a um terço do seu faturamento anual de R$ 4,4 bilhões, como registrado em 2019. Em valores atualizados, a CEB tem R$ 1,5 bilhão, de recebíveis, valor acima de preço mínimo fixado.

Durante a atividade virtual será lançado um manifesto para que entidades e populares possam assinar o documento em apoio à luta em defesa da CEB pública e contra a privatização. Para o ato já estão confirmadas várias personalidades do Distrito Federal, além de lideranças sindicais, de movimentos populares e artistas.

Fonte: STIU-DF

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