Vídeo mostra crueldade da Reforma Administrativa de Bolsonaro

A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público lançou nesta terça-feira (3/3) o vídeo “Não é Reforma Administrativa – É Desmonte dos Serviços Públicos”. O material (veja no fim da matéria) afirma que o governo Bolsonaro vem precarizando os serviços públicos e detonando os servidores com a intenção de privatizar o setor e agradar os empresários que atuam nesses seguimentos. Com isso, o povo seria o principal prejudicado, já que não teria mais acesso à educação, saúde, segurança, saneamento e vários outros serviços que hoje são obrigatoriamente prestados pelo Estado.

Embora o texto completo da Reforma Administrativa ainda não tenha sido apresentado ao Congresso Nacional, três PECs (Propostas de Emenda à Constituição 186/2019, 188/2019 e 438/2018) já estão na pauta do Senado, e atacam em cheio os serviços públicos através da retirada de direitos dos servidores dos diversos órgãos do governo.

“Essas três PECs representam metade da Reforma Administrativa. Elas prevêem redução de jornada com redução de salário, o impedimento de progressão funcional, a não realização de concurso público, e várias outras questões”, afirma o advogado trabalhista marcos Rogério, assessor da liderança do PT no Senado.

Diante da ofensiva, parlamentares, organizações da sociedade civil, entre elas a CUT-DF, vêm se mobilizando para barrar mais esse ataque à população brasileira. A estratégia do governo Bolsonaro e sua equipe econômica, de falar que ‘se privatizar melhora’, de que ‘vai acabar a mamata’, de que ‘servidor público é parasita’, tem como objetivo colocar a população contra os servidores públicos. Mas a população tem que estar alerta, pois ela será a principal prejudicada com a privatização dos serviços públicos. Nos Estados Unidos, por exemplo, que o governo Bolsonaro idolatra, se uma pessoa se acidenta, ou ela paga pelo serviço ou fica como está, sem em qualquer tipo de atendimento. Quem não se lembra do caso de uma mulher nos Estados Unidos que quebrou a perna ao sair do metrô e implorou para que não chamassem a ambulância por causa do preço? Pois é, essa realidade cruel pode ser a nossa também”, alerta a servidora pública federal Ana Paula Cusinato, secretária de Comunicação da CUT-DF.

Fonte: CUT-DF

Deixe um comentário:

Digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome