CUT Brasília participará do ECOFOR e da assembleia da ECOCUT Apolônio de Carvalho

O presidente da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues, o secretário de Formação da Central, Rodrigo Britto e a diretora estadual Luciana Custódio, representarão a CUT Brasília no Encontro Regional de Formação da Região Centro-Oeste (ECOFOR), que acontece de 19 a 21 de dezembro, em Goiânia.  O secretário-geral da Central, Roberto Miguel, por ser  coordenador administrativo financeiro da Escola Centro-Oeste de Formação Sindical da CUT Apolônio de Carvalho  (EcoCUT) já é delegado.  A deliberação foi feita em reunião da pasta de Formação, no último dia 10 de dezembro.

O ECOFOR tem como objetivo fazer um balanço das atividades formativas realizadas na região nos últimos anos e debater o papel estratégico da Formação da CUT e a Política Nacional de Formação da Central com base na nova realidade do país. Além disso, no encontro serão elaboradas as políticas de formação para o Centro-Oeste, que serão implementadas nas ações da pasta da CUT Brasília.

O encontro deve receber um público de 150 pessoas, entre presidentes e dirigentes das CUTistas, confederações, federações e dos sindicatos do Centro-Oeste, além de participantes dos cursos da CUT. Cada estado pode levar até 30 participantes, obedecendo os critérios como os de gênero, raça, geração, juventude e LGBT+.

Paralelo ao ECOFOR, na sexta-feira (20), será realizada a assembleia eleitoral de prestação de contas da EcoCUT. A atividade, que acontecerá às 14h, é formada por um colégio eleitoral composto por 20 delegados. A assembleia também elegerá a nova coordenação que estará a frente da escola nos próximos quatro anos (2020 a 2024). A expectativa é de que Roberto Miguel seja eleito como coordenador-geral da escola.

A EcoCUT

Criada em 1992,  a EcoCUT foi e continua sendo um importante instrumento para a formação de dirigentes sindicais dos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins do Distrito Federal.

Por falta de recursos, durante um período de mais ou menos seis anos, a EcoCUT chegou a fechar as portas. Porém, os trabalhos de formação continuaram. Em 2007, dando segmento ao processo democrático, uma nova direção foi eleita e deu-se início a um lento processo de recuperação da escola.

Uma das primeiras propostas da nova gestão foi o de convencer as CUTs estaduais do Centro-Oeste a contribuírem com 10% do repasse que recebia da CUT Nacional para a EcoCUT.  A sugestão foi bem recebida pelas Centrais e a CUT Brasília foi a primeira a implementar a contribuição. O modelo implementado deu tão certo que, hoje, a EcoCUT tem arrecadação fixa e, das seis escolas de formação da CUT, é a única superavitária. Ou seja, que não precisa de contribuição extra.

Após o processo de recuperação, a EcoCUT  se empenhou para implementar o Plano Nacional de Formação (PNF) e,  nos  últimos cinco anos, foi destaque no cumprimento das tarefas e cursos estipulados pelo PNF. Além disso, a EcoCUT desenvolveu um curso em parceria com o Sindicato dos Professores do DF (Sinpro) que, desde de 2007, já formou mais de 2.500 pessoas, entre base e aposentados. A escola também oferece formação destinadas às CUTs e aos sindicatos. Com tamanha intensificação no trabalho de formação, estipula-se que, de 2015 a 2019, a EcoCUT recebeu 4.010 participantes de cursos. Desse total, 1.304 são do Distrito Federal.

Fonte: CUT Brasília

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