ZEZÉ FURTADO | A violência contra as mulheres bancárias

A diretora da Secretaria de Mulheres do Sindicato dos Bancários de Brasília, Zezé Furtado, afirma que para falar da mulher bancária, é necessário falar também da tripla jornada de trabalho imposta pelo patriarcado, que atribui à mulher a responsabilidade de cuidar da família e dos afazeres domésticos.

Ela ainda denuncia que o Banco do Brasil vem realizando ações que dificultam a equidade de gênero dentro da empresa. “Mesmo sendo signatário do programa de empoderamento das mulheres da ONU, o Banco do Brasil, no último ano, resolveu não atribuir pontos na bonificação para as mulheres gestoras”, afirma. Segundo ela, “existem pesquisas que mostram que quanto maior a participação das mulheres na cúpula de decisão das empresas financeiras, maior é a rentabilidade dessas empresas”.

Este é o 15º da série de 21 vídeos produzidos pela CUT Brasília sobre a violência contra as mulheres nas relações de trabalho. O material faz parte da campanha 21 Dias de Ativismo Feminista Pelo Fim da Violência Contra a Mulher.

Leia também: 21 DIAS DE ATIVISMO FEMINISTA | CUT reflete sobre violência contra as mulheres nas relações de trabalho em http://bit.ly/343ynvE

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