CUT Brasília se soma a ato da UNE nesta sexta (12)

Educação, emprego e aposentadoria serão os temas defendidos no ato programado para esta sexta-feira (12), na Esplanada dos Ministérios. A atividade faz parte do 57º Congresso da União Nacional dos Estudantes (Conune) e é apoiado pela CUT, demais centrais sindicais e entidades da Educação. A concentração será no Museu da República, às 10h. De lá, os manifestantes seguirão em marcha, rumo ao Congresso Nacional.

De acordo com a diretora de Mulheres da UNE, Denise Soares, a expectativa é de que mais de 30 mil pessoas participem da mobilização. “Nesse momento que estamos passando onde a Educação está sendo fortemente atacada com cortes e diversos retrocessos, nós estudantes temos um papel primordial na linha de frente da defesa da Educação. A prioridade da UNE sempre foi e deve continuar sendo a defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade para todos e todas”, disse.

O secretário-geral da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues, lembra que os três pontos que pavimentam o ato – educação, emprego e aposentadoria –, são os principais alvos do presidente Jair Bolsonaro. “Cortes na educação, mais de 13 milhões de brasileiros desempregados e o fim das aposentadorias e da assistência social com a reforma da Previdência são alguns dos legados desse governo. O retrocesso é imensurável. Cabe a nós agora, de maneira unitária, trabalhadores, estudantes e a sociedade em geral, fazer o enfrentamento contra essa balbúrdia iniciada no Executivo federal e concretizada no Legislativo.”

O Conune

Este ano, o Conune será realizado de 10 a 14 de julho, na Universidade de Brasília e no Estádio Nilson Nelson, e contará com uma programação diversificada. Sob o tema “Na sala de aula é que se muda uma nação”, a pauta inclui debates, saraus e um ato na Esplanada dos Ministérios, agendado para dia 12 de julho, sexta-feira.

Fonte: CUT Brasília

3 Comentários

  1. Eu realmente não entendo…. Enquanto as manifestações do governo são realizadas no domingo, as da esquerda são sempre durante a semana. Penso que a participação seria maior se fosse no final de semana. Nessa crise e nesse desemprego, quem quer correr o risco de faltar ao trabalho e se indispor com o patrão? Essa é uma questão prática. A esquerda tem de rever esses conceitos antigos.

    • Olá, Denise! Obrigada pela sua participação. Compreendemos sua preocupação. Entretanto, o objetivo dos atos, além de evidenciar a indignação com os desmontes de direitos, é realmente parar a produção e mostrar que a classe trabalhadora é fundamental para que o Brasil funcione. Por isso, as atividades costumam acontecer durante a semana 🙂

  2. Ainda assim, não acho produtivo. Não é uma greve. É uma manifestação. E teria mais adesões se fosse no final de semana. Com mais pessoas nas ruas, o sinal de insatisfação ficaria mais claro. É hora de mudar paradigmas, ou vamos ficar para trás, como já esta acontecendo

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