Maioria da bancada do DF na Câmara indica que é contra aposentadoria do povo de Brasília e do Brasil

Dos oito integrantes da bancada do DF na Câmara dos Deputados, apenas a deputada Erika Kokay (PT) e o deputado Professor Israel (PV) votaram favoráveis ao requerimento apresentado pela oposição pela retirada do texto sobre a reforma da Previdência da pauta do Plenário. Do grupo, eles também foram os únicos a se posicionarem contrários ao fim das discussões sobre o tema. Bia Kicis (PSL), Flávia Arruda (PL), Julio Cesar Ribeiro (PRB), Luis Miranda (DEM) e Paula Belmonte (CIDADANIA), que completam a bancada de parlamentares do DF, indicam, através do posicionamento nessa terça-feira (9), que são contrários à Previdência pública e solidária.

Kokay e Israel já haviam reafirmado seu compromisso com o povo, se posicionando contrários à reforma da Previdência. Bia Kicis e Luis Miranda também já estavam certos de seu voto, entretanto, sendo favoráveis ao desmonte da Previdência Social. Já Flávia Arruda, Julio Cesar Ribeiro e Paula Belmonte, que se diziam indecisos quanto ao voto, mostraram que, o mais provável, é que votem a favor da reforma da Previdência de Jair Bolsonaro.

As votações foram realizadas nessa terça (9), quando a PEC (006/2019) da reforma da Previdência foi à Plenário. O requerimento para retirada do texto da reforma da Previdência foi uma estratégia da oposição para tentar adiar o debate sobre o tema. No placar final, foram registrados 331 votos contrários e 117 favoráveis. Já o pedido de encerramento das discussões, dando aval para iniciar a fase de votação do texto-base e dos destaques, que deve ser realizada nesta quarta-feira (10), teve 353 votos favoráveis e 118 contrários.

“É preciso que o povo de Brasília fique alerta e grave esses nomes. A pressão ainda não terminou. Devemos continuar com as ligações, mensagens e conversas com os parlamentares, exigindo que eles cumpram seu compromisso com o povo. De qualquer forma, os parlamentares vão arcar com as suas decisões”, afirma o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto.

Fonte: CUT Brasília

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