Panfletagem indica força total na Greve Geral desta sexta 14

Na reta final para a Greve Geral de 14 de junho, a CUT Brasília, sindicatos filiados e demais centrais realizaram mais uma panfletagem na Rodoviária do Plano Piloto, nesta quinta (13). O Objetivo é dialogar com a população e destacar os motivos pelos os quais trabalhadores de todo o país vão cruzar os braços.

Além da entrega de materiais explicativos, o grupo utilizou um alto-falante para se comunicar com as pessoas que circulavam pelo local.

O comerciário Antônio Bonfim (nome fictício a pedido da fonte), que estava a caminho de casa, destacou que a panfletafem é uma ação extremamente importante, já que conseguirá mobilizar categorias de diversos segmentos para o mesmo objetivo. “Desde a reforma trabalhista, tenho percebido que uma série de projetos está sendo articulada para atingir o trabalhador. Agora vem a reforma da Previdência que impede que consigamos nos aposentar. Por isso, acredito que greve é a solução”, disse.

Durante a panfletagem, foi registrado o apoio da população ao movimento, que se construiu contra a reforma da Previdência e todos os desmandos de Bolsonaro. Várias categorias já confirmaram adesão na Greve Geral desta sexta 14: trabalhadores do transporte coletivo, da educação, do serviço público, da iniciativa privada, terceirizados, de autarquias e empresas públicas cruzarão os braços.

“Amanhã é o grande dia. É o dia de darmos uma resposta clara a esse desgoverno. Assim como fizemos em 2017, vamos realizar um grande movimento. Juntos, os trabalhadores têm a força necessária para impedir qualquer retrocesso”, afirmou o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto.

Greve Geral

A Greve Geral do dia 14 de junho tem como carro-chefe a luta contra a reforma da Previdência (PEC 006), considerada um dos maiores retrocessos no último século, não só para a classe trabalhadora, mas para toda a sociedade. Além disso, outras pautas se somam ao movimento:

– Contra as privatizações e desmonte das empresas públicas
– Contra os ataques e desmonte do serviço público
– Por emprego, renda e direitos
– Pelo acesso democrático e popular à terra, dialogando com a reforma agrária, os povos originários dos quilombos e povos indígenas
– Por igualdade de oportunidades e direitos
– Pela garantia do Estado Democrático de Direito

Fonte: CUT Brasília

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