GREVE DA EDUCAÇÃO | Tod@s ao ato no Museu Nacional, dia 15

A CUT Brasília convoca toda classe trabalhadora do DF para engrossar a greve nacional da Educação, agendada para dia 15 de maio, quarta-feira. A atividade no DF será às 10h, no Museu Nacional da República.

O carro-chefe da greve da Educação é a luta contra a reforma da Previdência, que coloca professoras e professores como umas das principais vítimas da Proposta da Emenda à Constituição (PEC 006). A proposta destroi o sistema previdenciário, inviabilizando as aposentadorias e dando fim a vários outros direitos que amparam principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade econômica-social.

Entretanto, os outros ataques ao setor, como a tentativa de implantação do projeto Escola Sem Partido, o processo de militarização das escolas e o corte de 30% no orçamento das universidades e institutos federais de ensino também funcionam como gasolina para o motor que impulsionará a greve do dia 15.

No DF, professoras e professores da rede pública de ensino, organizados pelo Sinpro-DF, também vão parar contra o congelamento salarial e pelo cumprimento das 21 metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e do Plano Distrital de Educação (PDE). No Plano distrital, o principal objetivo ponto de luta é a meta 17, que trata da valorização profissional, construção e reforma de creches e escolas, nomeação de orientadores educacionais, abertura de concursos públicos, a luta contra a militarização, entre outros pontos.

De acordo com o dirigente da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) e do Sinpro-DF (Sindicato dos Professores do DF) Gabriel Magno, no DF, o governador Ibaneis Rocha vem seguindo a linha política de Bolsonaro e “acenando negativamente” para ações que valorizem professoras e professores e os trabalhadores em educação, propiciando um ambiente hostil também para alunos. “O principal projeto apresentado por Ibaneis foi a militarização das escolas, o qual somos contra. As propostas de uma educação inclusiva, democrática e com melhores condições para a comunidade escolar ainda não foram apresentadas”.

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Fonte: CUT Brasília

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