Eles votaram contra a classe trabalhadora e não voltaram nessa eleição

Desde o início deste ano, a CUT realizou uma grande campanha de conscientização social expondo os deputados federais e senadores que votaram favoráveis à agenda de retrocessos do governo golpista de Michel Temer e contra a classe trabalhadora. Com o tema “Se votar, não volta”, a mobilização surtiu efeitos e o reflexo pôde ser visto nas urnas. No Distrito Federal, os eleitores optaram por renovar quase por completo os representantes do legislativo.

Na Câmara dos Deputados, das oito cadeiras que o DF tem direito, apenas uma será ocupada por uma veterana, a deputada Erika Kokay (PT), que nunca traiu a classe trabalhadora e, assim, se reelegeu com mérito. Os demais nomes eleitos são novidade.

Velhos conhecidos, que votaram a favor da reforma trabalhista e contra os trabalhadores e trabalhadoras, não conseguiram se reeleger. Como é o caso de Laerte Bessa (PR) e dos candidatos a governo Rogério Rosso (PSD) e Alberto Fragra (DEM), que este ano pleitearam o Palácio do Buriti. Somente Izalci (PSDB) esvaiu para o Senado, escapando da peneira popular.

“Este resultado nas urnas mostra que o povo está atento. Agora é  hora de manter a mobilização para retomar a democracia e os direitos do povo brasileiro. Não assistiremos cabisbaixos e resignados a destruição de tudo aquilo que conquistamos. Vamos resistir e lutar como, historicamente, sempre fizemos. Vamos fiscalizar os que foram eleitos e deixar sempre claro que aqueles que votarem contra a classe trabalhadora não terão vez”, explica o presidente interino da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues.

Fonte: CUT Brasília

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